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Lagom é uma palavra sueca sem equivalente exato na língua portuguesa.

Dicionários com entradas do sueco para outras línguas definem “lagom” como “o bastante, o suficiente, adequado, a quantia precisa.” O termo “lagom” também é traduzido como “em moderação”, “equilibradamente”, “mediano” ou “medianamente” e “comum” ou “típico”. Contudo, ao passo que palavras como “suficiente” ou “típico” sugerem um certo grau de abstinência, escassez ou falha, “lagom” pressupõe uma conotação de perfeição ou de forma apropriada. O provérbio sueco “Lagom är bäst” (literalmente, “Lagom é melhor”) foi traduzido como “Há virtude na moderação” no dicionário Prismas Stora Engelska Ordbok (1995).

‘Ask a toad what is beauty… He will answer that it is a female with two great round eyes coming out of her little head, a large flat mouth, a yellow belly and a brown back.’ (Voltaire, Philosophical Dictionary, 1794). Ask Paul Rand what is beauty and he will answer that ‘the separation of form and function, of concept and execution, is not likely to produce objects of aesthetic value.’ (Paul Rand, A Designer’s Art, 1985). Then ask the same question to the Cranbrook Academy of Art students who created the ad hoc desktop publication Output (1992), and judge by the evidence they might answer that beauty is chaos born of found letters layered on top of random patterns and shapes. Those who value functional simplicity would argue that the Cranbrook student’s publication, like a toad’s warts, is ugly. The difference is that unlike the toad, the Cranbrook students have deliberately given themselves the warts.

Steven Heller in https://www.typotheque.com/articles/cult_of_the_ugly

Uns dias após ter actualizado o iOS do meu telemóvel, estou seguro em afirmar que a Apple ou ja não tem designers e agora é desenhado unicamente por engenheiros e marketeers (o que fazia todo sentido, visto que o emblemático Ive já nem apareceu na apresentação) ou ao contrário do big boss, Tim Cook simplesmente não entende. A user interface é horrível. O sistema está cheio de inconsistências de todos os tipos, a tipografia da-me vontade de usar Arial (sorry Erik S.), a complexidade virou complicação…não vejo qualquer tipo de inteligência nas soluções e, muitas vezes, intervenções que contaminaram questões resolvidas. Texto, cor, formas…absolutamente arbitrário. Ha alturas em que eu sinto estar a usar o meu Sony Ericsson de 2011 lol Talvez haja uma explicação para isto. Talvez seja a forma da Apple nos fazer acreditar que a Siri seja importante e que precisamos dela na obstante de nos perdermos pelo caminho…numa espécie de limbo tecnológico. Ficarmos presos á maquina como no Tron. “The best limbo ever made!” diriam eles…como numa espécie de zeitgeist da empresa. Desnorteados.